sábado, 22 de dezembro de 2012

No âmago

O âmago da mulher jamais pede violência e agressão. A vontade está dentro latente, a espera do toque suavemente profundo do homem.
O desejo da mulher não almeja ser arrancado ou invadido. Ao homem lhe revelada a delicada do gesto sutileza que o ascende à superfície.
O homem sensível percebe os dizeres da mulher nos poros da pele, no cheiro da pele, na dança das línguas, no enlevo da respiração, na cadência intrínseca das almas unidas. Então, a mulher lhe secreta o seu deleite. E o homem penetra a expressão do amor nas entranhas da mulher. E ela o inunda com a substância da sua vida. Existe encanto de intensidade mais silenciosamente bela do que a junção dos sexos eternizadas no além das chamas ardentes do gozo?
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